quarta-feira, 11 de julho de 2012

ENSINAR HISTORIA


ENSINAR HISTORIA
Cíntia Raquel Carvalho Dos Santos[1]




SCHMIDT, Maria Auxiliadora, CAINELLI, Marlene. Ensinar historia: o livro didático e o ensino da historia- 2. Ed.- São Paulo: Scipione, 2009. (coleção pensamento e ação na sala de aula).

Maria auxiliadora Schmidt, graduada pela UFPR e em comunicação pela UnB mestre em educação e doutora em história pela UFPR pós-doutoramento em Didática da Historia pela a Universidade nova Lisboa (Portugal)-Bolsa Capes. Professora titular da graduação em metodologia e pratica de Ensino de Historiae da pós-graduação na linha de pesquisa Cultural, Escola e Ensino da UFPR. Coordenadora do laboratório de pesquisa em educação Histórica (LAPEDUH), articulado ao programa de Pós-Graduação da UFPR.
Marlene cainelli, licenciada em historia pela UEL mestre em Historia e doutorada em Historia Social pela UFPR Pós-doutoramento em Educação Histórica na UFPR, Professora adjunta da UEL.







Os livros de didáticas sempre vão gerar discussões principalmente da maneira com os livros chegam às mãos da população Brasileira e suas formas de utilização, eles também passam por vários processos em sua construção, por que interferem vários personagens, iniciando pela figura do editor, passando pelo autor e pelos técnicos especializados dos processos gráficos, como programadores visuais, ilustradores.
Outra questão importante refere-se às imagens encontradas nos livros, muitas consideradas canônicas. Tanto as imagens como as vertentes da historia devem ser plenamente identificadas e discutidas ao escolher os livros didáticos e trabalhar com eles. Os livros didáticos é um dos responsáveis pelo conhecimento histórico que constitui o que poderia ser chamado conhecimento do homem comum.
As autoras retrata texto com sugestões de roteiro de leitura para o 4º e 6º ano. No 4º ano é sugerido, ler o texto, dividir o texto em parágrafos, observar as imagens e as ilustrações propostas e explicar as relações feitas etc. e no 6º ano selecionar as palavras desconhecidas e pesquisar o seu significado, dar um titulo para o texto e debater as ideias selecionadas etc.
E logo em seguida da exemplos de texto de leitura por confronto/contraste, texto de leitura com ampliação de um conceito e texto de leitura por enunciação e resolução de um problema.
A avaliação tem de ser pensada como um diagnostico continuo e sistemático, nessa perspectiva, a avaliação nunca pode ter um fim em si mesmo, os aspectos mais enfatizados na avaliação inicial são as analises das aptidões e/ou interesses considerados desejáveis, tendo em vista os objetivos que se quer atingir.
A avaliação somática, seu principal objetivo é realizar um diagnostico do aluno no fim de cada período. A avaliação em historia pressupõe que se leva em consideração questões com as mudanças que ocorrem na concepção e na metodologia da ciência. Tradicionalmente, o ensino da historia tem proposta e formas de avaliação que enfatiza a memorização e a apreensão passiva, pelo aluno, de ideias, conceitos e habilidades propostos pelo o professor.
Com base nesses capítulos podemos concluir que o ensinarhistoria é indispensável para a construção e o desenvolvimento dos nossos conhecimentos, pois nos possibilita a refletir,Essa obra é muito interessante e bem organizada, claras e inteligentes e um pouco repetitivas, e traz alguns exemplos de como o professor deve trabalhar na sala de aula. É por essas e outras razões que recomendamos a todos que tem interesse em se aprofundar sobre os aspectos que a historia nos permite conhecer.




[1]Resenha elaborada pela acadêmica: Cíntia Raquel Carvalho Dos Santos,do 4° período de pedagogia e licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão-UEMA/Centro de Estudos Superiores de Caxias-CESC. Disciplina Fundamentos de Ensino deHistoriae Geografia


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