ENSINAR
HISTORIA
Cíntia
Raquel Carvalho Dos Santos[1]
SCHMIDT, Maria Auxiliadora,
CAINELLI, Marlene. Ensinar historia: o livro didático e o ensino da historia-
2. Ed.- São Paulo: Scipione, 2009. (coleção pensamento e ação na sala de aula).
Maria
auxiliadora Schmidt, graduada pela UFPR e em comunicação pela
UnB mestre em educação e doutora em história pela UFPR pós-doutoramento em
Didática da Historia pela a Universidade nova Lisboa (Portugal)-Bolsa Capes.
Professora titular da graduação em metodologia e pratica de Ensino de Historiae
da pós-graduação na linha de pesquisa Cultural, Escola e Ensino da UFPR.
Coordenadora do laboratório de pesquisa em educação Histórica (LAPEDUH),
articulado ao programa de Pós-Graduação da UFPR.
Marlene
cainelli, licenciada em historia pela UEL mestre em Historia e
doutorada em Historia Social pela UFPR Pós-doutoramento em Educação Histórica
na UFPR, Professora adjunta da UEL.
Os
livros de didáticas sempre vão gerar discussões principalmente da maneira com
os livros chegam às mãos da população Brasileira e suas formas de utilização,
eles também passam por vários processos em sua construção, por que interferem
vários personagens, iniciando pela figura do editor, passando pelo autor e
pelos técnicos especializados dos processos gráficos, como programadores
visuais, ilustradores.
Outra
questão importante refere-se às imagens encontradas nos livros, muitas
consideradas canônicas. Tanto as imagens como as vertentes da historia devem
ser plenamente identificadas e discutidas ao escolher os livros didáticos e
trabalhar com eles. Os livros didáticos é um dos responsáveis pelo conhecimento
histórico que constitui o que poderia ser chamado conhecimento do homem comum.
As
autoras retrata texto com sugestões de roteiro de leitura para o 4º e 6º ano.
No 4º ano é sugerido, ler o texto, dividir o texto em parágrafos, observar as
imagens e as ilustrações propostas e explicar as relações feitas etc. e no 6º
ano selecionar as palavras desconhecidas e pesquisar o seu significado, dar um
titulo para o texto e debater as ideias selecionadas etc.
E
logo em seguida da exemplos de texto de leitura por confronto/contraste, texto
de leitura com ampliação de um conceito e texto de leitura por enunciação e
resolução de um problema.
A
avaliação tem de ser pensada como um diagnostico continuo
e sistemático, nessa perspectiva, a avaliação nunca pode ter um fim em si
mesmo, os aspectos mais enfatizados na avaliação inicial são as analises das
aptidões e/ou interesses considerados desejáveis, tendo em vista os objetivos
que se quer atingir.
A
avaliação somática, seu principal objetivo é realizar um diagnostico do aluno
no fim de cada período. A avaliação em historia pressupõe que se leva em
consideração questões com as mudanças que ocorrem na concepção e na metodologia
da ciência. Tradicionalmente, o ensino da historia tem proposta e formas de
avaliação que enfatiza a memorização e a apreensão passiva, pelo aluno, de
ideias, conceitos e habilidades propostos pelo o professor.
Com base nesses capítulos podemos
concluir que o ensinarhistoria é indispensável para a construção e o
desenvolvimento dos nossos conhecimentos, pois nos possibilita a refletir,Essa
obra é muito interessante e bem organizada, claras e inteligentes e um pouco
repetitivas, e traz alguns exemplos de como o professor deve trabalhar na sala
de aula. É por essas e outras razões que recomendamos a todos que tem interesse
em se aprofundar sobre os aspectos que a historia nos permite conhecer.
[1]Resenha elaborada
pela acadêmica: Cíntia Raquel Carvalho Dos Santos,do 4° período de pedagogia e
licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão-UEMA/Centro de Estudos
Superiores de Caxias-CESC. Disciplina Fundamentos de Ensino deHistoriae
Geografia
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